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Roubo de Carga – Perguntas e respostas – jornal O Estado de S. Paulo

Confira as perguntas enviadas pelo jornal O Estado de S. Paulo e respondidas pela assessoria de imprensa dos Correios:

09/04/2013

Fonte: blog dos correios

Confira as perguntas enviadas pelo jornal O Estado de S. Paulo e respondidas pela assessoria de imprensa dos Correios:

1) Quais os bairros ou regiões de São Paulo, capital, mais afetados? Quantos casos de roubos foram registrados nos últimos seis meses (julho a janeiro, separadamente, por mês) e em igual período entre julho de 2011 e janeiro 2012 (para fazermos um comparativo)? O Correio usa escolta particular? Já cogitou essa possibilidade? Há algum lugarem São Paulo onde os Correios/Sedex não fazem mais a entrega por causa da criminalidade? Qual a solução proposta pelos Correios para resolver esse problema?

Os Correios adotam as seguintes ações, orientadas pela sua área de monitoramento e pesquisa de segurança, para proteger seus empregados e os objetos dos clientes:

– ações e operações conjuntas com órgãos de segurança pública e junto ao programa PROCARGA (programa de combate ao roubo de carga do Estado de São Paulo);

– investimento em tecnologias de rastreamento;

– entrega interna em locais sem condições de segurança (o destinatário

é notificado para retirar sua encomenda em uma unidade dos Correios);

– serviço de escolta armada na entrega em regiões de risco.

Por se tratar de assunto relacionado à segurança e para preservar seus empregados, os Correios não divulgam estatísticas do assunto nem informações sobre locais onde as medidas preventivas estão sendo adotadas. A empresa presta assistência médica e acompanhamento psicológico aos profissionais que são vítimas de violência.

2) Quais as recomendações dos Correios para pessoas que pretendem enviar objetos de valor pelos Correios (pretendemos fazer uma arte com essas informações)?

Determinados serviços dos Correios já possuem indenização automática, gratuita, em caso de extravio, espoliação ou avaria.

Para o envio de objetos que superem o valor da indenização automática, os Correios oferecem o serviço adicional de Valor Declarado. O cliente declara o valor de um objeto postado sob registro, para fins de ressarcimento. Em caso de extravio ou espoliação, a indenização é feita no montante declarado, proporcional ao dano (parcial ou total) do conteúdo. A indenização é oferecida mediante o recolhimento de 1% do valor declarado.

3) Recebemos diversos casos de leitores que criticam a demora dos Correios em reembolsá-los pelos valores perdidos, mesmo quando se fez seguro. Um dos exemplos envolve Marcius Teixeira de Azevedo, que já buscou resposta até mesmo na Ouvidoria da entidade, e nada até agora. Por que a demora?

Devido ao expressivo crescimento de postagem e circulação da carga dos Correios em dezembro, o volume de manifestações registradas nos canais de atendimento da ECT nos meses subsequentes  (janeiro e fevereiro) também aumenta consideravelmente. Com isso, é possível ocorrer eventuais atrasos nas respostas aos clientes e no processo de indenização.

No caso de Marcius Teixeira de Azevedo (SA511103512BR), a resposta ao cliente foi enviada na quinta-feira (14)  informando que a indenização será depositada em até 10 dias úteis.

No caso de Marcus Espudaro (EE811232501CN) trata-se de encomenda internacional. As regras internacionais da União Postal Universal (UPU), que orientam os correios de todo o mundo,  estabelecem que qualquer pagamento de indenização só pode ser feito ao remetente da encomenda. Nesses casos, o destinatário deve entrar em contato com o remetente e informar que não recebeu a entrega.