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Consumidor pagará à vista se desconto for agressivo na Black Friday

Para 64%, o desconto à vista é mais importante do que o parcelamento.

09/11/2016

Pesquisa divulgada pelo Mercado Livre mostra que neste ano a maioria dos brasileiros diz estar disposta a pagar à vista se os descontos oferecidos forem agressivos na Black Friday. Em 2015, a mesma pesquisa mostrou um comportamento totalmente contrário. O parcelamento era a forma de pagamento mais utilizada. Neste ano, a data de promoções no comércio eletrônico e físico será no próximo dia 25.

Para 64% dos entrevistados, o desconto à vista é mais importante do que o parcelamento na hora de finalizar a compra na Black Friday pela internet.

A pesquisa foi feita pela Bonus Quest a pedido do Mercado Livre com 1.115 consumidores que realizaram compras na Black Friday do ano passado.

No ano passado, metade dos respondentes (52%) fez compras em um único site durante a promoção; a outra metade (48%) comprou em dois ou mais sites, ou seja, pesquisou antes de finalizar a compra.

Os itens mais comprados no ano passado foram celulares e telefones (33%); itens de informática (22%); e de moda e eletrodomésticos (19%); seguidos por equipamentos de áudio e vídeo (14%).

O gasto médio na promoção foi de R$ 611, tendo o cartão de crédito como o principal meio de pagamento (72% finalizaram suas compras por este meio). Os outros 23% preferiram pagar via boleto bancário.

Em 2015, pesquisa realizada com 1.164 internautas brasileiros apontou que o parcelamento sem juros no cartão de crédito foi a escolha citada por 65,8% dos entrevistados. Em seguida, aparecem os pagamentos à vista no boleto (36,4%) e à vista no cartão de crédito (24,3%).

Quando questionados sobre quanto pretendiam gastar, a maioria (68,1%) falou que gastaria mais de R$ 500, sendo 28,5% de R$ 500 a R$ 1 mil; 22,9% de R$ 1 mil a R$ 2 mil, e 16,7% acima de R$ 2 mil. Apenas 3,5% iriam gastar até R$ 100; 12,1% de R$ 100 a R$ 300 e 16,2% de R$ 300 a R$ 500.

Os produtos mais desejados foram celulares ou smartphones (38%), eletrodomésticos (22%), itens de informática e aparelhos de TV e Vídeo (empatados em 21%).

Fonte: G1